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Ao vivo: Tacla Durán acusa vazamentos do MPF como estratégia incisiva

30/11/2017





Do Jornal GGN

"Eu me senti constrangido, aquilo parecia mais uma extorsão", afirmou o advogado Rodrigo Tacla Durán, em referência a troca de mensagens com o advogado Carlos Zucolotto, em que demonstra uma tentativa de negociação para reduzir o valor da multa que seria paga por Durán em um acordo de colaboração com a Procuradoria, em troca de aumentar em R$ 5 milhões os honorários advocatícios de Zucolotto.

GGN e o DCM anteciparam parte das declarações do advogado [leia aqui] aos parlamentares, que está sendo realizada na manhã desta quinta-feira (30). Tacla Durán explicou que tirou uma fotografia, por meio de outro celular, das mensagens trocadas com Zucolotto e que passou por perícia para comprovar que a imagem não foi manipulada.

Ainda entre as acusações, Durán mostra preocupações com algumas táticas adotadas pelos procuradores da Lava Jato em suposto conluio com o jornal O Estado de S. Paulo, pelo colunista Fausto Macedo. Cita o episódio em que o advogado foi prestar depoimento às autoridades norte-americanas, em uma reunião em Washington, e os procuradores já tinham em mãos a íntegra de um depoimento em sigilo que teria sido vazado pelo MPF brasileiro ao jornal.
 
 
"Para a minha surpresa, no dia em que chego a Washington para a minha primeira reunião, tem o vazamento com cópia na íntegra do depoimento do senhor Vinicius Morin, que é o laranja da Odebrecht no Meinl Bank e Antigua [Overseas, tomado pelo procurador Orlando Martelo", contou. 
 
"No dia que chego em Washgton, a cópia do depoimento dele vazou no Estado de S. Paulo, no blog do Fausto Macedo, na íntegra. Os procuradores americanos já tinham a cópia traduzida da matéria. Isso, considerando o fuso horário, eu cheguei a conclusão que eles leram o Estado de S. Paulo antes do Washington Post", completando: "Esse vazamento, pela coincidência de dados e por eles terem conhecimento foi nitidamente para me prejudicar nas negociações, eles [procuradores brasileiros] não queriam que o meu acordo nos Estados Unidos saísse. Nem eles, nem a Odebrecht".
 

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