SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

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Direita tenta dar golpe dentro do golpe. Proposta de parlamentarismo é fraude!

20/12/2017





Da Ascom Sindsep-PE

Depois do golpe dado em 2016, contra o trabalhador brasileiro e em favor da elite econômica internacional, os seus articuladores já tramam um segundo passo. O chamado golpe dentro do golpe está sendo planejado abertamente por aqueles que tomaram o poder a força, contrariando a Constituição brasileira, e não querem mais largar o osso. Além de tentarem inviabilizar uma candidatura de esquerda, a direita nacional - formada pelo PSDB, DEM, MDB, PPS, entre outros partidos - a grande mídia e a elite do Judiciário articulam a aprovação do sistema parlamentarista, onde o povo brasileiro seria governado pelo Congresso Nacional.

O medo é do retorno da esquerda nacionalista ao poder. Esquerda que tem uma agenda política, econômica e social de desenvolvimento nacional completamente diferente da que está sendo implantada hoje. 

O ministro de posições conservadoras, Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), protocolou, na última terça-feira (19), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) no Senado que institui o sistema de semipresidencialismo. Pela PEC inconstitucional, o Brasil teria um presidente da República e um primeiro-ministro.

Na verdade, o judiciário e a mídia querem um presidente fantoche. Um semipresidente que esteja subordinado ao Congresso Nacional, hoje um dos mais reacionários da nossa história. O novo regime proposto pelo ministro Gilmar Mendes teria validade a partir de 2019.

Importante lembrarmos que o povo brasileiro já rejeitou esse regime em 1993, por meio de um plebiscito. “Não há como concordarmos com a aprovação de um projeto que irá mudar o futuro de todo o Brasil sem um amplo debate com a sociedade. No mínimo, teria que existir outro plebiscito. Isso é um descalabro”, afirmou o coordenador geral do Sindsep-PE, José Carlos de Oliveira. 

E a esperança do trabalhador em ver o país retomar o caminho do desenvolvimento, que vinha trilhando, são as eleições de 2018. Sem um presidente de esquerda, que possa implantar a sua agenda, independente da vontade dos parlamentares comprados pela elite brasileira e internacional, o povo trabalhador não poderá reaver os seus direitos. 

Por isso não podemos aceitar mais essa manobra! Temos que nos unir, nos mobilizar e dizer: Parlamentarismo é fraude eleitoral! 


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