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Entidades sindicais mobilizam suas bases para nova Greve Geral dia 30 de junho

Fonte: Ascom Sindsep-PE
09/06/2017





Organizar a categoria para a agenda de luta das centrais sindicais contra, dentre outras coisas, as reformas Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo Temer. Esse é o desafio do movimento sindical, que se intensifica a partir desta semana, visando a construção de uma Greve Geral, no 30 de junho, e o Esquenta dessa paralisação, dia 20 deste mês. 

A Condsef/Fenadsef reúne seus sindicatos, nesta terça-feira, 13, em Brasília, numa reunião do Conselho Deliberativo de Entidades (CDE). Na quarta, 14 de junho, tem a plenária nacional da federação. Já o Sindsep-PE deve divulgar em breve um calendário de assembleias extraordinárias nos locais de trabalho. Mais informações sobre o assunto, acompanhe os informativos do sindicato.

“Não temos tempo a perder e nem podemos ser omissos nesse momento. Essas reformas não vão tirar o país dessa crise conjuntural, que é muito mais política do que econômica. Pelo contrário, vão sacrificar ainda mais a classe trabalhadora, e favorecer o mercado financeiro. O movimento sindical tem um papel importante, mobilizador e formador da sociedade, mas cada cidadão precisa também cumprir o seu papel, ir às ruas e reivindicar. Só assim avançaremos”, dispara a coordenadora geral do Sindsep-PE, Graça Oliveira.
    
PLANO DE EMERGÊNCIA
A Frente Brasil Popular está lançando, em todo o Brasil, o Plano Popular de Emergência para o país enfrentar a crise econômica e salvar as conquistas histórias da classe trabalhadora. Em Recife, o lançamento será nesta quarta-feira, 14 de junho, no auditório do Sindsprev, na rua Marques Amorim, 174, na Ilha do Leite. A atividade contará com a presença do dirigente nacional do MST, João Pedro Stedile.

O Plano Popular de Emergência propõe atuação em dez eixos: Democratização do Estado; Desenvolvimento, emprego e renda; Reforma agrária e agricultura familiar; Reforma tributária; Direitos sociais e trabalhistas; Direito à saúde, à educação, à cultura e à moradia; Segurança pública; Defesa do meio-ambiente; e Política externa e soberana.

“É necessário dizer para a população que este projeto é possível. A retirada de direitos, o golpe do governo Temer, a burguesia associada, o monopólio da Mídia e o Judiciário conservador não são caminhos definitivos. O povo pode assumir de novo o poder e pode fazer a diferença nesse momento”, disse Eduardo Mara, da Frente Brasil Popular em Pernambuco, durante abertura da Reunião do Coletivo Nacional de Formação da CUT, que aconteceu em Recife, na última segunda-feira.

O lançamento nacional do plano foi feito na semana passada, em São Paulo (FOTO).


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