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SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO
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Publicado: 06/04/2026
Do GGN
Por Luís Nassif
A guerra política de 2026 entra em um interregno.
A primeira fase foi marcada pelo início da Operação Lava Jato 2, de acordo com os seguintes indícios:
Agora, como um trio de cordas desafinado, os três diários entram no segundo tempo do jogo.
Ele consistirá, é claro, na manutenção das críticas sobre o governo Lula e do baixo astral permanente da cobertura.
Mas, ao mesmo tempo, acabou a lua-de-mel com o amigo “Flávio”. Sincronizadamente, os jornais passam a atacá-lo, na esperança de que seja substituído por algum candidato da direita, menos marcado.
O problema é que os “estadistas” da direita são de uma dimensão liliputiana.
De um lado, o governador de Minas, Romeu Zema que, além de ter arrebentado com as contas do estado, é de uma mediocridade poucas vezes vista entre governos estaduais.
O segundo candidato é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com uma vivência de senador e governador sofrível, tendo como única bandeira os motes da direita no campo da segurança pública.
O terceiro candidato é o governador gaúcho Eduardo Leite.
A única vantagem dos três é a absoluta blindagem que recebem da mídia do eixo Rio-São Paulo, e a condescendência dos grupos de mídia dos respectivos estados.
Seja quem for o candidato, há marcas que são indeléveis:
O mesmo mal que acomete a centro-esquerda acomete o centro-direita e sua busca incessante pela terceira via. Não conseguem desenvolver um projeto de país. No caso do centro-direita e direita, escudam-se unicamente na fantasia do livre mercado e da privatização selvagem.
Nas próximas semanas, Lula colocará a campanha na rua. Não se sabe se escudada em um projeto claro de país, em um plano de metas, em uma visão de futuro, ou se será mais do mesmo.
A questão central é que a impaciência do eleitorado não aceita mais gambiarras. Ou é apresentado a um projeto de futuro, ou concentra votos na destruição final de qualquer projeto de nação.