SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

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Apresentações culturais, denúncias, solidariedade e união no 1º de Maio

Fonte: Ascom Sindsep-PE
29/04/2021




Um dia com diversas apresentações culturais pela internet, união do movimento sindical, atos solidários de rua e muitas falas políticas denunciando a tragédia vivida pela classe trabalhadora e toda a sociedade brasileira, vítimas da política ultraliberal do governo Jair Bolsonaro e da sua gestão genocida à frente da pandemia do novo coronavírus. Assim será comemorado o Dia Internacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras 2021, que acontece neste sábado (1º de Maio). 

O 1º de Maio brasileiro contará com uma live que irá reunir CUT, Força, UGT, CTB, CSB, NCST, CGTB, Intersindical e Pública, transmitida, a partir das 14h, pela TVT - TV dos Trabalhadores (www.tvt.org.br), além do canal no Youtube da TVT (/REDETVT) e redes sociais do movimento sindical como um todo. O tema da live será 1° de Maio pela Vida - Democracia, Emprego e Vacina para Todos. 

A live terá como apresentadora a cantora e compositora Ellen Oléria, que comanda o Estação Plural, na TV Brasil, e apresentação de nomes como os de Chico Buarque, Johnny Hooker, Lirinha, Elza Soares, Chico César, Tereza Cristina, Delacruz, Marcelo Jeneci, Odair José, Aíla, Bia Ferreira, Doralyce e Lucy Alves. Também terá a participação de Gregorio Duvivier, Paulo Betti, Fábio Assunção, Joanna Maranhão e Osmar Prado, entre outros.  

O presidente da CUT-Brasil, Sérgio Nobre, fará uma fala política, assim como os presidentes das demais centrais e lideranças políticas presentes, denunciando os ataques à democracia, a retirada de direitos da classe trabalhadora, o desemprego e a recessão econômica, resultados da política ultraliberal e reacionária do governo Bolsonaro. Também denunciarão a falta de comando do presidente diante da pandemia do novo coronavírus, que está levando o Brasil ao número de 400 mil mortes.   

Entre as lideranças políticas, está sendo aguardada a participação dos ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, parlamentares e lideranças partidárias e de movimentos sociais, além de entidades sindicais internacionais e representantes de diferentes religiões.

1º de Maio em Pernambuco

Em Pernambuco, o Dia Internacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras deste ano será uma data marcada pela solidariedade e, também, uma live com falas políticas e apresentações culturais. 
A programação já começa nesta sexta (30/04), às 19h30, no Facebook /CUTPernambuco, em uma live política cultural com a participação de pessoas como a artista, Marília Ferro,  a poetisa Neide Germano, a representante do Dieese, Jackeline Natal e o ex-deputado federal, Fernando Ferro. 

Na noite do dia 30, às 19h, haverá uma mística na praça da Bandeira com fixação de cruzes e velas em protesto contra o descaso do governo Bolsonaro com as vítimas da Covid-19 no Brasil. Na ocasião, será servido um sopão. O ato pedirá vacina para todos e anulação das privatizações e da reforma Administrativa, que irão promover o desmonte do setor público brasileiro prejudicando toda a população.  

“Este governo está levando o Brasil ao caos. Este é um dos piores momentos da nossa história. A população está abandonada à própria sorte com um presidente que é contrário a todas as normas de segurança sanitária mundiais e que não garante um auxílio emergencial suficiente à subsistência do ser humano. Por outro lado, o programa de manutenção do emprego e produção é insuficiente. Graças a Bolsonaro, milhares de pessoas estão morrendo e a economia está em frangalhos”, disse o coordenador-geral do Sindsep-PE, José Carlos de Oliveira.   

No 1º de Maio, a CUT-PE se junta às demais centrais, como a CTB, Intersindical, Força Sindical, UGT, CSP Conlutas e Nova Central, para distribuir cestas básicas no "1º de Maio Solidário: quem tem fome tem pressa", para as pessoas que mais têm sofrido com a pandemia da Covid-19. O Sindsep-PE contribuiu com a doação de 40 cestas para a ação que terá o envolvimento de diversos sindicatos do Estado. 

Com a política econômica adotada pelo atual governo e devido a falta de  providências para enfrentar a pandemia, 116,8 milhões de pessoas passaram a conviver com algum grau de insegurança alimentar no país, o que corresponde a 55,2% dos domicílios. Esse dado é do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, conduzido pela Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional). 

 


 

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