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Dezembro Vermelho chama atenção para a prevenção da HIV/Aids e IST

01/12/2021




Dezembro foi instituído como o mês da prevenção ao HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). A Campanha Nacional Dezembro Vermelho chama atenção para a necessidade de prevenção, assistência e proteção dos direitos das pessoas infectadas com o HIV e IST.

O uso do preservativo (masculino ou feminino) em todas as relações sexuais (orais, anais e vaginais) ainda é o método mais seguro para evitar a transmissão do HIV/Aids e das IST. Além disso, deve-se evitar o compartilhamento de seringas. Outra forma importante de se combater a transmissão dessas doenças é promovendo a educação sexual de jovens nas escolas brasileiras. O diálogo entre pais e filhos é também fundamental.  

Os portadores de HIV podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Na dúvida sobre o contágio, é sempre importante fazer o teste para HIV.  

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Sida/Aids) é causada pelo vírus da imunodefiência humana (HIV). É um vírus do tipo retrovírus que ataca o sistema imunológico responsável por defender o organismo de doenças. O vírus é capaz de alterar o DNA das células humanas e fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe as células em busca de outras para continuar a infecção.

IST

Já as Infecções Sexualmente Transmissíveis, causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, também são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de preservativo masculino ou feminino, com uma pessoa que esteja infectada. As IST também podem ser transmitidas pelo contato de mucosas ou feridas com secreções corporais contaminadas. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação. Por isso, nesses casos, também é muito importante fazer a testagem para doenças como sífilis e as hepatites virais B e C. .

Números 

O Brasil registrou em 2019 um total de 41.919 novos casos de infectados pelo HIV. Em 2019, morreram 10.565 pessoas vítima da doença. As mais afetadas foram as mulheres negras: 62,1% que contraíram a doença morreram.

Tratamento 

Todas as pessoas diagnosticadas com HIV têm direito a iniciar o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com os medicamentos antirretrovirais imediatamente após constatar o contágio. Com isso, poupa-se o seu sistema imunológico. Esses medicamentos (coquetel) impedem que o vírus se replique dentro das células e evitam, assim, que a imunidade caia e que a Aids apareça.

Hoje, o diagnóstico precoce, somado ao acesso aos tratamentos de ponta, permite às pessoas com Aids viverem uma vida mais saudável e terem uma carga viral indetectável, tornando a infecção por HIV intransmissível. 
 

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