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SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO
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Publicado: 08/07/2026
Via jornalggn
Os Estados Unidos lançaram uma série de ataques contra o Irã nesta terça-feira (7), informou o Comando Central das Forças Armadas americanas (Centcom). Segundo os militares, a operação é uma resposta aos ataques contra três navios comerciais que cruzavam o Estreito de Ormuz.
De acordo com o Centcom, a ofensiva tem como objetivo impor “custos elevados” ao Irã pelos ataques contra embarcações comerciais tripuladas por civis em uma das principais rotas marítimas do mundo.
“O Irã demonstrou uma agressão injustificada, perigosa e que representa uma clara violação do cessar-fogo”, declarou o comando militar americano em nota oficial.
Uma fonte americana ouvida pela Reuters afirmou que os ataques tiveram como alvo sistemas de defesa aérea iranianos, além de lançadores de drones e mísseis.
A TV estatal do Irã relatou diversas explosões na cidade portuária de Sirik, no sul do país, próxima ao Estreito de Ormuz. Até o momento, não havia confirmação sobre a causa das explosões nem informações sobre possíveis vítimas. A mesma emissora informou ainda que o chanceler iraniano classificou os ataques como uma violação do cessar-fogo e prometeu respostas “decisivas”.
Mais cedo, a agência britânica de segurança marítima UKMTO já havia informado que três navios foram atingidos por projéteis no Estreito de Ormuz, sem registro de feridos. O governo do Catar confirmou que uma das embarcações atingidas era o petroleiro “Al Rekayyat” e atribuiu o ataque ao Irã. Segundo a Reuters, autoridades americanas também responsabilizavam Teerã internamente.
Os ataques ocorreram mesmo com o cessar-fogo em vigor entre Estados Unidos e Irã, firmado após o conflito iniciado no fim de fevereiro. Apesar da nova escalada, as negociações entre os dois países seguem em curso: um funcionário do governo americano disse à Reuters que representantes de ambos os lados continuam atuando “de boa-fé” na busca por um acordo de paz definitivo. O controle sobre a navegação no Estreito de Ormuz segue sendo um dos principais pontos de atrito nessas tratativas.