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SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO
(81) 3131.6350 - sindsep@sindsep-pe.com.br
Publicado: 12/09/2023
A Plenária Nacional da Condsef/Fenadsef, realizada nessa terça-feira (12) reforçou a necessidade de união, mobilização e luta durante a Campanha Salarial de 2024 dos servidores e servidoras públicas federais do Poder Executivo brasileiro. Representantes dos funcionários(as) públicos(as) de 22 estados estiveram reunidos no encontro virtual e aprovaram os próximos passos da campanha que serão debatidos na Plenária Nacional do Fonasefe, a ser realizada no próximo sábado (16).
“O nosso objetivo é cobrar do Governo e do Congresso a alocação de recursos financeiros no orçamento da União suficientes para a reestruturação de carreiras e aumento linear de todos os servidores e servidoras federais em 2024”, destacou o coordenador-geral do Sindsep-PE, José Carlos de Oliveira.
Durante o encontro, foi aprovado como proposta, a ser levada à Plenária Nacional do Fonasefe, o Dia Nacional de Luta e Mobilização nos Estados, com ato em Brasília, pela reposição imediata das perdas inflacionárias. O ato de Brasília acontecerá em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
Na última reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), representantes do MGI informaram que o governo tem apenas R$1,5 bilhão no orçamento da União em 2024 para todas as demandas do funcionalismo, incluindo aumento salarial, benefícios, reestruturação de carreiras.
Lavando-se em consideração o universo de 1,2 milhão de servidores, entre ativos, aposentados e pensionistas, com esse aporte apresentado pelo governo uma proposta de recomposição não chegaria nem a 1%.
Os servidores e servidoras querem a equiparação dos seus benefícios com os outros poderes. A proposta de recomposição da Campanha Salarial prevê reajustes entre 39,82% a 53,05% que seriam escalonados em três anos (2024 a 2026), a partir de 1º de janeiro de 2024.
Os(as) servidores(as) também decidiram reforçar a luta para enterrar de vez a PEC 32/20, da reforma Administrativa de Bolsonaro-Guedes. O tema voltou a ser debatido depois das declarações feitas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para que a proposta seja levada à votação do Congresso Nacional.
Querem ainda a instalação de todas as mesas setoriais de negociação e o “revogaço” das as medidas do desgoverno Bolsonaro (portarias, decretos, instruções normativas, dentre outros) que prejudicam os(as) servidores(as) e serviços públicos.
Nesta quinta-feira (14), haverá reunião com o Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Na pauta: negociação no setor público federal e Convenção 151 da OIT.