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SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO
(81) 3131.6350 - sindsep@sindsep-pe.com.br
Publicado: 18/11/2025
Trabalhar para que a sociedade civil passe a compreender a importância e valorizar o serviço público, as servidoras e servidores como agentes fundamentais na conservação ambiental e proteção dos povos. Esse foi um dos consensos entre os representantes do funcionalismo público presentes na COP30. Entre eles, o diretor do Sindsep-PE e servidor do Dnocs, Alexandre Moura.
Outro entendimento foi de que, se aprovada, a Reforma Administrativa proposta pela Câmara dos Deputados afetará toda a sociedade ao fragilizar setores responsáveis pela implementação de políticas ambientais, pela fiscalização de atividades econômicas e pela garantia de direitos básicos.
Por isso, a necessidade de unidade, mobilização e reconstrução do trabalho de base foi apontada como elemento central para derrotar a proposta no Congresso Nacional.
Durante a sua passagem pela COP 30, Alexandre Moura participou de várias palestras, debates e atividades como a barqueata que abriu a Cúpula dos Povos, evento paralelo a COP30, organizado por entidades da sociedade civil e movimentos sociais.
O diretor do Sindsep também estava presente no debate “Serviço Público Forte, Meio Ambiente Protegido: Não à Reforma Administrativa!”, que foi promovido pela CUT e conectou diretamente a crise climática a pauta do funcionalismo público.
Alexandre esteve ainda, ao lado de servidores públicos federais, estaduais e municipais, na histórica Marcha Global pelo Clima, que reuniu cerca de 70 mil pessoas pelas ruas de Belém do Pará, no último sábado (15).
A mobilização contou com a presença de centenas de movimentos sociais e sindicais do campo e da cidade e das organizações dos povos indígenas, quilombolas e de povos e comunidades tradicionais.
Entre as principais reivindicações estavam a demarcação de terras indígenas e quilombolas; o fim da dependência de combustíveis fósseis; financiamento climático; taxação dos super-ricos; fortalecimento da agricultura familiar; preservação de rios e florestas; além da defesa de serviços públicos gratuitos e universais para todas e todos.
“Tive a oportunidade de participar de uma programação muito diversificada de debates. Por diversas vezes, fiz intervenções importantes sempre destacando a importância do trabalho desenvolvido pelas servidoras e servidores públicos para a preservação ambiental. Inclusive, uma das tarefas que teremos será a de internalizar e aumentar as discussões sobre o meio ambiente dentro das instituições públicas federais. Isso é de suma importância para avançarmos na compreensão do nosso papel”, destacou Alexandre.
Para Alexandre Moura, a COP30 é um marco da reconquista e retomada da pauta ambiental e do protagonismo do Brasil como um país importante nesse debate.
Alexandre está de volta a Pernambuco, mas COP30 ainda segue por mais esta semana. “Nesses dias em que atuamos na COP defendemos que os diversos governos levem em consideração a importância da preservação do meio ambiente sob a ótica da justiça climática. É fundamental que as ações para a preservação do clima estejam conectadas as demandas da população mundial trabalhadora e não ao lucro do capital. Torço muito por isso”, concluiu.