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SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO
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Como Condsef deixou claro no TST, qualquer proposta sem aumento real seria rejeitada. Assembleias decidiram e greve na Ebserh continua. Justiça determinou que seja mantido 80% do efetivo mínimo. Orientação é que decisão judicial seja cumprida. Veja+
Publicado: 02/04/2026
A proposta apresentada pela Ebserh em mediação no TST, na noite de 31 de março, foi rejeitada pela maioria dos trabalhadores em assembleias realizadas em todo o país neste 1º de abril. O índice oferecido prevê apenas a reposição da inflação (100% do INPC), sem qualquer aumento real nos salários e benefícios. Como a Condsef havia deixado claro nas reuniões do TST, qualquer proposta que não trouxesse parcela de aumento real seria rejeitada.
Assembleias em diversos estados confirmaram a decisão soberana da categoria, que segue mobilizada.
Diante da rejeição, a empresa ingressou com dissídio coletivo de greve no TST. Já há decisão liminar determinando a manutenção de 80% do efetivo mínimo nas áreas assistenciais e administrativas, sob pena de multa.
A orientação é que, enquanto essa liminar for mantida, todos os trabalhadores cumpram a decisão judicial e assinem o ponto da greve.
>>> Clique e confira a decisão publicada pelo TST sobre dissídio coletivo e greve dos trabalhadores AQUI
A proposta foi considerada insuficiente por não atender ao principal objetivo da mobilização: garantir ganho real. Além disso, o prazo imposto pelo calendário eleitoral (até 6 de abril) torna ainda mais urgente a conquista de um reajuste acima da inflação.
A greve, iniciada em 30 de março, ocorre após semanas de negociação sem proposta de aumento real. Mesmo com mediações no TST, a empresa demorou a apresentar proposta econômica, mantendo o impasse até o limite.
O que pode acontecer agora?
Com a rejeição da proposta e o ajuizamento de dissídio a decisão sai da mesa de negociação e vai para o TST. Esse cenário traz muitas dificuldades, mas ainda assim a Condsef continuará buscando abrir canais de negociação visando a construir uma saída positiva.
A Condsef/Fenadsef reforça, portanto, que buscou o diálogo até o último momento e segue defendendo uma solução negociada.
Negociação sim. Dissídio não.
A luta continua! Quem cuida da população, merece valorização!